domingo, 12 de fevereiro de 2017

NOVO SITE


Olá Jovens padawans!
Este post tem o intuito de informar a vocês que estamos mudando o blog de endereço. Agora você pode nos encontrar no seguinte link:
https://historiaem35mm.wordpress.com/
Estamos mudando o layout do site e ainda não está 100% como gostaríamos, mas todas os nossos textos podem ser conferidos no site novo que passará a abrigar os nosso novos conteúdos. Deixaremos este domínio no ar por enquanto, mas todos os novos posts serão lançados no novo domínio.
Muito obrigado pela colaboração de todos e que a força esteja com vocês!





quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Crítica: "LEGO Batman: O Filme"

LEGO Batman: O Filme
(The LEGO Batman Movie)
Data de Estreia no Brasil: 09/02/2017
Direção: Chris McKay
Distribuição: Warner Bros.


          Dona de uma famosa linha de brinquedos de plástico produzidos durante boa parte do século XX (quem aqui nunca chorou por pisar descalço numa pecinha dessas?), a empresa dinamarquesa LEGO traçou a estratégia perfeita para se modernizar a partir da virada do século. Quem quer que esteve na direção da empresa soube perceber a mudança dos tempos e associou sua marca à outras marcas adoradas por crianças atualmente. Foi assim que surgiram os adoráveis jogos da série lego (começando por Star Wars) e finalmente o estrondoso sucesso de bilheteria "Uma Aventura Lego" (2014). Naturalmente, menos de 3 anos depois chega às telas o primeiro spin-off da franquia, utilizando um dos personagens mais famosos de todos os tempos e dando início ao que promete ser uma longa e bem-sucedida franquia de filmes.

Crítica: "Cinquenta Tons Mais Escuros"

Cinquenta Tons Mais Escuros
(Fifity Shades Darker)
Romance/Thriller Erótico (?)
Data de Estreia no Brasil: 09/02/2017
Direção: James Foley
Distribuição: Universal Pictures


         Um soco no braço é relativamente menos dolorido do que um soco na cara, nem por isso qualquer uma das alternativas me soa meramente interessante. Assim, “Cinquenta Tons Mais Escuros” até é melhor que seu antecessor “Cinquenta Tons de Cinza”, o que não quer dizer lá muita coisa. Se o primeiro era um filme insuportável, extremamente sexista e completamente perdido em estruturação de roteiro, este novo exemplar é apenas chato, de moral no mínimo duvidosa e com um script bagunçado e sem qualquer timing narrativo...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Não Viu? Eu Recomendo! - "Fruitvale Station: A Última Parada"

Fruitvale Station: A Última Parada
Direção: Ryan Coogler
Disponibilidade: Online/ Download/ Netflix

Por: Obi-Wan


        Um jovem negro assassinado por um policial no primeiro dia de 2009. É com esta informação devastadora que "Fruitvale Station" opta por iniciar sua recontagem dos últimos dias de vida de Oscar Grant, como brilhantemente expressado pela frase em seu pôster: every step brigns you closer to the edge (cada passo te traz mais perto do precipício). Ao informar a morte de Grant desde o princípio, "Fruitvale Station" abre mão de criar um suspense fácil sobre a sobrevivência ou não do personagem em seu clímax e constrói algo muito mais dramático no lugar. Ao sabermos como a história termina, cada passo que leva Oscar ao abrupto e precoce final de sua vida é excruciante; cada momento de felicidade em sua trajetória constrói de forma impecável o mal-estar que sentiremos ao acompanhar o fim de sua existência.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Crítica: "O.J.: Made in America"

O.J.: Made in America
Documentário
Data de Estreia no Brasil: 4/07/2016 (diretamente pra TV)
Direção: Ezra Edelman

Distribuidora: ESPN Brasil

         Não se engane, “O.J.: Made in America” não é um mero documentário biográfico sobre uma das maiores personalidades da história dos Estados Unidos. O longa dirigido por Ezra Edelman é um estudo sobre violência, sobre a história da brutalidade policial em Los Angeles que subjugou, perseguiu e espancou indivíduos negros considerados mais perigosos que as demais pessoas da sociedade apenas por possuírem um número maior de melanina na pele. Se você está interessado em conferir esta obra, mas teme o número de horas que o filme possui (450 min/ 7h:30min), saiba que cada detalhe contribui para a construção trágica da história de O.J. Simpson, um herói do futebol americano que foi acusado de matar de forma brutal sua ex-esposa Nicole e um amigo desta,Ronald Goldman.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Crítica: "Jackie"

Jackie
Drama/Biografia
Data de Estreia no Brasil: 02/02/2017
Direção: Pablo Larraín
Distribuição: Diamond Films



         “Jackie” é um filme de ambições intrigantes, um longa que procura estudar sua personagem principal deslocando sua posição tradicional de coadjuvante para protagonista em um dos eventos mais famosos da história. É um filme que busca compreender a dor, o luto e a luta de Jacqueline Kennedy (Natalie Portman) para transformar o enterro de seu marido (o então presidente, John F. Kennedy) em um momento histórico que celebrasse sua memória e o alçasse como uma personalidade importante do século XX. Ao acompanhar os dias seguintes ao assassinato do ex-presidente dos Estados Unidos, o filme se concentra em uma abordagem não linear que brilha em sua perspectiva agonizante da instabilidade emocional da protagonista, mas que é ao mesmo tempo falho em certas estruturas narrativas que soam irregulares e superficiais.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Crítica: "Armas na Mesa"

Armas na Mesa
(Miss Sloane)
Data de Estreia no Brasil: 02/02/2017
Direção: John Madden
Distribuição: Paris Filmes


         Dirigido pelo experiente John Madden e protagonizado pela duas vezes indicada ao Oscar Jessica Chastain, "Miss Sloane" se encaixa na categoria de filmes conhecidos como oscar baits, ou seja, películas que tem seu lançamento programado pelo estúdio para estrearem no fim do ano, temporada das premiações mais importantes no circuito norte-americano. A ironia fica por conta do fato de se atribuir esta alcunha aos filmes que falham nesta pretensão. Estreando no Brasil 3 meses após seu lançamento nos Estados Unidos, onde chamou pouca atenção por parte do público e da crítica, "Miss Sloane" acompanha Elizabeth, uma lobista trabalhando para uma empresa em Washington que opera dentro do sistema congressista norte-americano com o objetivo de "convencer" os senadores a vetar ou aprovar leis de acordo com o interesse de seus clientes.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Crítica: "Moonlight: Sob a Luz do Luar"

Moonlight: Sob a Luz do Luar
(Moonlight)
Data de Estreia no Brasil: 23/02/2017
Direção: Barry Jenkins
Distribuição: A24


       Vencedor do Globo de Ouro de 2017 como melhor filme na categoria Drama, "Moonlight" vem chamando a atenção dos críticos no circuito mundial desde sua estreia, tendo sido colocado desde então como forte candidato ao Oscar 2017. Dirigido e roteirizado pelo relativamente desconhecido Barry Jenkins, "Moonlight" é baseado no roteiro de uma peça que nunca foi produzida, intitulado "In The Moonlight Black Boys Look Blue", de Tarell Alvin McCraney. A influência desta estrutura teatral sobre o filme explicita-se no fato de este ter uma clara divisão estrutural de três atos, cada um explorando a personalidade de seu personagem principal, Chiron, em três fases de sua vida: infância, adolescência e juventude.

Top 10 Piores Filmes de 2016 (vídeos)



           Como vemos falando aqui no blog durante o ano inteiro, 2016 não foi o melhor ano para os cinéfilos... Enquanto excelentes filmes estrearam mais para o fim do ano, a maior parte dos blockbusters foram no mínimo decepcionantes. Falamos sobre os piores deles no vídeo abaixo, confiram:


Crítica: "Silêncio"

Silêncio
(Silence)
Drama
Data de Estreia no Brasil: 09/03/2017
Direção: Martin Scorsese
Distribuição: Imagem Filmes


         Pode até parecer um absurdo, mas Martin Scorsese nem sempre quis ser diretor de cinema, já que na sua infância o agora veterano cineasta tinha outros sonhos: ser padre. Graças a deus (hehe) Scorsese tomou o caminho do cinema e hoje é dono de uma filmografia rica e invejável. Seus filmes são sempre muito lembrados por retratarem “outsiders” e mafiosos com voracidade e violência, mas há outros temas também muito recorrentes na sua carreira, como a fé e a culpa do pecado católico, sendo este “Silêncio” um dos grandes exemplares da filmografia de Scorsese que trata de tais temáticas – e estamos falando afinal de contas do diretor por trás dos clássicos “A Última Tentação de Cristo” e “Mean Streets”.